sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Rodada para concessão no pré-sal e pós-sal é suspensa, diz ministro.


O Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse na quinta-feira (10/01) que a 8ª rodada para leilão de blocos no pós-sal e no pré-sal, iniciada em 2006, foi cancelada pela presidente Dilma Rousseff.

Governo aprova exploração de petróleo e gás na margem equatorial do país

Essa licitação havia sido interrompida pela Justiça logo após sua realização, que questionava critérios desse pregão. Em seguida, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) retirou provisoriamente os blocos de disputa pública. "Há muitos blocos na área do pré-sal e a licitação foi realizada, mas os blocos não foram concedidos pela agência. O processo não se concluiu, por isso o cancelamento", disse.

O ministro justificou que "não há mais interesse do Brasil de realizar concessão no pré-sal", apenas de licitar pelo regime de partilha."Vamos oportunamente realizar pelo regime de partilha, que é interesse do brasileiro", defendeu.

O primeiro leilão pelo regime de partilha no pré-sal está previsto para novembro deste ano.

Segundo Magda Chambriard, diretora geral da ANP, o novo marco regulatório do pré-sal torna inviável a assinatura de contratos no modelo de concessão. "Agora só podemos ter contratos de partilha", destacou.

ROYALTIES

Em setembro, quando Lobão anunciou que o primeiro leilão do pré-sal seria realizado em novembro de 2013, o ministro disse que ainda seria necessário aguardar a aprovação do projeto de lei que trata da distribuição dos royalties, que tramitava no Congresso Nacional.

Segundo o ministro, agora que o projeto foi aprovado, mesmo que com vetos da presidente, não há mais interferências possíveis ou pendências. "A questão dos royalties que está por ser decidida não tem, nessa altura, mais nenhuma influencia", afirmou.

Fonte: Jornal Floripa - 11 de janeiro de 2013

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Resposta ao Artigo sobre Cursos


Curso de Petróleo e gás é perda de tempo e dinheiro


Marcos Valério Silva, fala sobre a área de atuação dos profissionais de Petróleo e Gás, com uma critica sobre os cursos de nível técnico e tecnológico.

Gostaria de escrever este texto em forma de carta endereçada aos jovens desse país que estão perdendo tempo e dinheiro em cursos de Petróleo e Gás. Os cursos de Petróleo e Gás a que me refiro neste artigo, são os de nível médio ou que formam tecnólogos. Não me refiro aos cursos de especialização, pois nestes casos o indivíduo já será um profissional e está apenas buscando um diferencial em relação a outros candidatos.

Sou profissional offshore a vinte e dois anos, trabalhando na área de robótica submarina (ROV). Durante este tempo, trabalhando no Brasil e no exterior, aprendi o bastante para orientar jovens no ingresso nas carreiras de Petróleo e gás.

Não parece meu caro, tenho 8 anos de experiência, sou tecnólogo e com muito orgulho, tenho uma PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA DE POÇOS EM RESERVATÓRIOS DE PETRÓLEO E GÁS, e não vejo o senhor com bagagem para está orientando ninguém. Isso é função para pedagogos e afins.

Tenho sido contactado por vários jovens que, após completar o curso de Petróleo e Gás, vêm me procurar pedindo orientação de como ingressar no mercado de trabalho. Estes novos cursos são de nível médio ou tecnólogos de nível superior. Neste momento já é tarde, perderam tempo e dinheiro.

Nunca soube que investir em educação fosse perder dinheiro. Quanto não conseguir uma colocação isso vai muito da estratégia de cada um. Conheço advogados que não estão atuando por falta de colocação, médicos, engenheiros e outros. Qual o curso que você vem orientando esses jovens e que tem a garantia de colocação? Quero fazê-lo também, pois queria está mais bem colocado hoje.

Ocorre que estes jovens profissionais não possuem nenhuma formação específica exigida pelo mercado de trabalho na Indústria do Petróleo e gás. Muitos cursos sequer levam os estudantes para visitar uma plataforma.

Não vejo nenhum estudante de direito defendendo ninguém em um tribunal, nunca vi um estudante de medicina sendo chefe de um hospital ou conduzindo uma operação, um estudante de engenharia comandando uma implosão. Quem te informou que uma pessoa tem que ir a uma plataforma para saber o que tem lá? Um piloto de avião só recebe o brevê depois de mais de 1000h em um simulador e sem nunca ter pisado em uma aeronave.

Estes cursos são genéricos demais, dão uma visão genérica da pesquisa, exploração e produção do ouro negro, mas não especializam o estudante em nenhuma área de trabalho.

Não é a mesma coisa de um clínico geral?

Esses alunos melhor fariam se tivessem feito cursos de solda, plataformista, operador de rádio, hotelaria e cursos em áreas que realmente teriam aplicação prática na nossa indústria.

Que conselho bom! O aluno deve fazer um teste vocacional e não ser orientado segundo sua vontade. Você não acha? Existem profissionais sérios para isso. E esses cursos têm garantias de colocação? Eles são práticos? Qual a diferença que eles apresentam em relação aos que você critica?

Você já viu algum anúncio nos jornais procurando técnicos ou tecnólogos de Petróleo e Gás? Nem a Petrobrás precisa desses profissionais.

Eles preferem contratar técnicos em edificações, técnicos em eletrotécnica e outros técnicos para perfurarem poços. Parabéns a Petrobras!!! Talvez seja por isso que mais de 90% das operações de exploração sejam terceirizados e em produção mais de 50%. Devemos lembrar que eles são os maiores patrocinadores do PROMINP. Você conhece o PROMINP?

Pode ver os editais de concurso que vocês não verão a especialidade de Petróleo e Gás, isso nem é uma especialidade e sim um setor da Indústria.Quando você vê um anúncio pedindo um engenheiro de petróleo, ele está se referindo à engenheiros formados em outras áreas e que adquiriram especialização na escola da Petrobrás na Bahia, e/ou têm formação prática em plataformas.

É como se fizessem um curso para formar professores, ensinando somente a história da educação no Brasil e no Mundo. Neste caso não seriam ensinadas técnicas pedagógicas, psicologia infantil, métodos de pesquisa e tudo mais que um professor precisa para estar dentro de uma sala de aula.

O número de profissionais que a Indústria do Petróleo precisa para trazer o óleo e gás até o consumidor final, é muito grande. Esses profissionais são mecânicos, técnicos de eletrônica, mecatrônica, eletricidade, engenheiros nas mais diversas áreas de atuação, profissionais da área de segurança e meio ambiente, enfermeiros, operadores de rádio, profissionais de hotelaria etc. Existem também os profissionais de apoio em terra, como contadores, administradores, secretárias etc.

Essas são algumas das formações básicas que o mercado de trabalho exige para o ingresso do profissional na Industria do Petróleo. Quando se faz um curso de petróleo e gás, não se aprende nada específico que o mercado exige. São cursos teóricos que não serve de base para nenhum trabalho técnico ou operacional da cadeia produtiva do petróleo.

A maioria dos cursos são teóricos. Quanto desconhecimento você possui. Hoje muitos dos cursos são até a distância. Como que não aprende nada específico. Procure o SENAI, O Anderson Cunha e muitos outros. Um profissional que vai perfurar um poço precisa saber o que, além de equipamentos e sistemas de perfuração? Talvez eletrônica para manusear cunhas e chaves flutuantes? Você tá brincando!!!

Na minha área específica, a robótica submarina, o candidato precisa ser formado em eletrônica, mecatrônica, mecânica, eletricidade e atividades afins. Somente depois de concluir um desses cursos, o profissional pode ingressar em uma empresa para aprender a trabalhar com ROV ou ainda fazer um curso de ROV em Macaé. A empresa RRC, consultoria e cursos, é uma das poucas escolas do Brasil na área de robótica submarina.

Para saber mais sobre ROV, pode-se ler o meu outro artigo neste site, chamado “O ROV na Indústria do Petróleo”.

Até que enfim você falou algo concreto. Por que essa mágoa toda? Você deveria ter se concentrado nesse seguimento que parece conhecer e não seguir por trilhas que deve ter ouvido falar em algum fumodrómo de alguma plataforma que você deve ter embarcado.

Neste artigo gostaria de fazer um alerta aos jovens e aos seus pais que, pensando em preparar seus filhos para entrar no grande mercado que se abrirá, devido a exploração do pré-sal, estão, na realidade, gastando tempo e dinheiro em um curso que não os levará a lugar nenhum.

Os jovens devem fazer medicina, direito, administração, contabilidade e outros. Na verdade devem fazer o que lhe for mais conveniente. O sol nasceu para todos!!!!

Cheguei até a escrever uma carta ao Ministério da Educação sobre esse assunto, mas não tive nenhuma resposta.

Eles devem ou deveriam ter mais o que fazer. E que resposta você gostaria de receber? Que eles vão fechar todos os cursos do país que não garantem vagas de trabalho, ou que não leve o aluno a uma plataforma. Você como profissional da área deve saber quais os pré-requisitos para subir alguém a bordo? Melhor que ninguém deveria saber que é impossível subir com aluno em uma plataforma. Vamos ficar sem escolas. O curso mesmo que você citou acima nem todos que fazem saem empregados. Não é? Ou estou mentindo?

Decidi, portanto, usar a força da internet, para divulgar este alerta. Os donos de escolas e faculdades, têm dinheiro e enorme poder de lobby junto aos congressistas,

Usou mal!!! E ainda defendendo a velha tese da conspiração. Essa já está manjada! Tente outro caminho. Meu caro! Ninguém o obrigado a fazer curso nenhum. Estuda quem quer, o que quiser e como quiser.

logo não haverá interesse em alertar os nossos jovens de que estão perdendo tempo em vez de se prepararem em cursos que realmente os ajudarão no futuro.

Quais são esses cursos?

Espero ter ajudado e me ponho à disposição para esclarecer dúvidas remanescentes.

Abraço a todos e boa sorte,

Marcos Valério Silva.

Não sei como esse conceituado blog lhe deu espaço para falar tantas coisas sem fundamentos.

 

Boa Noite! Andre Costa - www.andrecostapetroleo.blogspot.com

 


 



sexta-feira, 20 de julho de 2012

Fissura de acidente da Chevron ainda libera óleo

Oito meses após o primeiro acidente da Chevron no campo de Frade, na bacia de Campos, até 35 litros de petróleo continuam saindo diariamente de fraturas do reservatório, informou ontem (19) a ANP (Agência Nacional do Petróleo) ao divulgar o relatório com a conclusão da autarquia sobre o caso.
O óleo vem sendo contido pela empresa americana, segundo a agência, que ainda analisa um segundo acidente ocorrido no mesmo campo e que provocou o afundamento do solo marinho.
A ANP estimou que o vazamento de petróleo totalizou 3.700 barris (588,3 mil litros), e não 2.400 barris como fora divulgado pela Chevron.
Parte desse volume ainda está contida no reservatório e, por isso, continua a ser liberado por fissuras, informou a diretora-geral da agência, Magda Chambriard.
O volume corresponde a 96% do total de vazamentos de petróleo do Brasil em 2011, de acordo com a ANP.
Ainda sem um valor de multa definido para o primeiro acidente -mas que deverá girar em torno de R$ 40 milhões para 25 infrações, segundo Magda Chambriard-, a ANP concluiu que, se a Chevron tivesse seguido corretamente a legislação brasileira e o seu próprio manual de procedimentos, executando análises de risco em conformidade com a regulamentação da agência, o acidente teria sido evitado.
A Transocean, que prestava serviços para a Chevron, não será autuada. (andré costa: e nem poderia, seria como eu quisesse multar o profissional que foi fazer um furo na parede para colocação de um quadro. Quem pediu para ele realizar o trabalho naquele local?)
"A Chevron não foi capaz de interpretar a geologia, apesar de ter 62 poços já perfurados no campo de Frade. O erro de interpretação levou à estimativa incorreta da pressão, o que causou o acidente", explicou Magda.
Para voltar a perfurar no país ou injetar água em seus poços, a Chevron terá que provar à ANP que suas operações são seguras. "Entre outras coisas, [a empresa] terá que concordar com o relatório", disse Magda.
VOLTA À PRODUÇÃO
Para ela, não há obstáculos para voltar à produção. No próximo dia 27, a Chevron entregará à ANP o cronograma para voltar a produzir, o que deve acontecer em breve, mas apenas em poços não atingidos pelo acidente.
A Chevron contestou o relatório da ANP, alegando que utilizou corretamente os dados dos poços perfurados no campo para operar no local onde ocorreu o acidente.
Disse ainda que todas as perfurações feitas foram aprovadas pela agência e que os processos de gestão de risco estão em conformidade com as regras da ANP.
Fonte: Folha de S.Paulo / Denise Luna

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Evento no Vale do Aço





Somente a Plataforma Escola que é pautada pelo comprometimento com seus alunos e valores éticos profissionais poderia participar apoiando a um evento dessa magnitude.

Não percam!!!:

Maiores informações: http://sipeq.com.br/



sábado, 12 de maio de 2012

Qualificação Profissional na Área de Petróleo e Gás.

O mercado de Petróleo e Gás está aquecido o que faz com que várias “ empresas oportunistas” apareçam no mercado. Existe um tempo mínimo para que as pessoas absorvam conhecimento, existe uma carga mínima de conhecimento que a o futuro profissional deva possuir para atuar nesse mercado. NÃO EXISTE MILAGRE!!! Certificados com baixa carga/horária não são reconhecido pelo mercado de trabalho (empresa não contratam). Isso é curso caça-níquel e elaborado por “pessoas” que não são da área de petróleo e gás. Caso fosse não ofereceria curso com uma carga baixa de horas. CUIDADO!!! (um curso de qualificação tem em média 150h/a). Imagina a empresa tendo que escolher entre um futuro funcionário um que se qualificou em 60h e outro que levou 150h para obter a mesma qualificação. QUEM A EMPRESA VAI ESCOLHER?
Conversando com o pessoal de RH de algumas empresas e o que me foi passado é: uma carga horária inferior a 140 horas não bem vista e o processo seletivo já elimina o candidato na análise do currículo. Não faça um curso que não vá acrescentar nada em sua vida profissional.

Outra coisa mais importante ainda. Quem são as pessoas responsáveis, ou melhor, “irresponsáveis” pela administração e aplicação dos referidos cursos. Os profissionais precisam ser formados na área de petróleo e gás. Não adianta falar que os professores são qualificados e sim mostrar quem são esses “professores”. ALUNOS, NÃO SEJAM BOBOS!!!

A Plataforma Escola que a mais de 5 anos vem formando mão-de-obra para o seguimento de petróleo e gás e por tanto com conhecimento de causa vem informar que uma qualificação mal ministrada traz para o aluno uma frustração muito grande uma vez que o mesmo vai participar de um processo seletivo que hoje conta com no mínimo 20 pessoas por vaga e infelizmente estudando com qualquer um não vai obter a tão sonhada oportunidade de emprego. Lembre-se que o diferencial está na boa qualificação do futuro funcionário da empresa.  Sem isso a empresa não contrata. Hoje a oferta de mão-de-obra é bem maior que a demanda de profissionais. O diferencial está na qualificação séria e de qualidade.

Uma boa qualificação está diretamente relacionada ao profissional que vai ministrar o treinamento. A Plataforma Escola só trabalha com professores formados na área de petróleo e gás e/ou correlatas ao curso em andamento. Os nossos profissionais vem do Rio de Janeiro por ser a região que conta com a maior rede de profissionais formados e atuantes na área de petróleo e gás. Isso tem um custo que vai fazer parte da planilha de custo para a formulação das mensalidades dos cursos profissionalizante. Cursos com custos baixos sugere baixa qualidade. ALUNOS PESQUISEM!!!

Um curso com mensalidades fora de realidade (concorrência desleal) só nos remete a ideia de péssima qualidade. Utilizando materiais copiados e ministrados por qualquer um. No fim o aluno não vai está qualificado a tão sonhada vaga na indústria do petróleo. O que já é difícil para quem é bem qualificado imagina para quem estudou nas empresas de fachada existentes por aí que não apresenta nem seus administradores e muito menos das pessoas que aplicam os treinamentos.

Cursos que oferecem qualificação em profissões que não existem e outra preocupação de empresas de treinamentos idôneas. Operador de Produção e Exploração de Petróleo e Gás, essa profissão não existe ou o profissional atua na produção ou na exploração, mas quem não é da área consegue oferecer uma aberração dessas. ALUNO ANALISE O CONTEÚDO DOS CURSOS COM CARGA HORÁRIA. Não se consegue aprender tanto em tão pouco tempo. ISSO É ENGANAÇÃO!!! Eu mesmo estudei mais de 3000h para saber o pouco que sei

Ratifico que vocês devam sempre PESQUISAR o histórico dessas “empresas”, as pessoas por trás dessas “empresas”, seus proprietários, seus “professores”. A concorrência é bem vinda, mas de forma desleal acaba com o mercado e afasta as verdadeiras empresas do seguimento. Quem sai perdendo e o aluno e principalmente a sociedade que fica sem uma referencia séria de qualificação profissional. A escolha é sempre do aluno, exerça essa opção e estude com os verdadeiros profissionais do mercado esse vai ser o seu diferencial. Sem mais um abraço a todos.



Diretor Técnico - André Luiz Palmeira Costa – CRQ 3ª Região nº. 03252123

 PÓS-GRADUADO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA DE POÇOS EM RESERVATÓRIOS DE PETRÓLEO E GÁS (LATO SENSU) – UNESA
TECNÓLOGO EM GESTÃO PARA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ




Experiência na área da indústria naval e perfuração de poços de petróleo e gás. Docente em cursos de extensão e cursos livres desde 2006. Aulas das disciplinas de perfuração de poços de petróleo e gás, NR-11 (Movimentação de carga), Operador de Refino e Produção. Docente nas universidades UNESA (Estácio de Sá) e Gama Filho no Rio de Janeiro. Elaboração de material didático, apresentações digitais e apostilas técnicas para diversos cursos. Experiência na área de Construção Civil (técnico em edificações). Elaboração de EIA/RIMA. Membro da SBGf - Sociedade Brasileira de Geofísica e também do IBP - Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustível.


Tel: (21) 8255 2360 # (33) 9114 6411 # (31) 9247 4801
Site:  www.andrecostapetroleo.blogspot.com  www.plataformaescola.com